A felicidade depende de nossa vibração – tudo começa no interior

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Por CÍNTHIA CORTEGOSO

Não será o estado material que trará sentimento feliz ao indivíduo, mas sempre e plenamente o sentimento próprio, o que ele nutre e valoriza em seu interior. Não será o local nem as companhias que determinarão o estado real de um coração, mas eternamente a sua particular companhia, por isso o amor e respeito próprios são condições verdadeiras para a felicidade.

Vivemos em uma sociedade, mas a única eterna companhia será a nossa própria e essa valorização é imprescindível e impermutável. Devemos aprender a viver com outros seres, pois é uma das maneiras de crescimento mais eficazes para o desenvolvimento espiritual, já que a solitude favorece a vida, ao contrário de uma existência com tanta multiplicidade de sentimentos gerados pela diferença de padrões entre a infinita variação de espíritos.

Dessa forma, torna-se determinante e acessível o ensinamento “conhece-te a ti mesmo”, pois não daremos satisfação sobre as outras inteligências, porém, unicamente, a satisfação será sobre a nossa exclusiva inteligência, comportamento, pensamento, sentimento, atitude, ou seja, o empenho para o nosso próprio aprimoramento.

A discordância alheia não nos diz respeito, a conduta de outrem não guiará o nosso caminho, o desenvolvimento externo não deve implicar o que realmente podemos viver. Portanto, tão mais proveitoso o cuidado com nosso aprendizado e autoconhecimento, e muito preciosa torna-se a valorização do tempo em nossa vida e do bom cultivo do nosso terreno, pois tende a proporcionar somente bons frutos e que ainda poderão alimentar amorosamente alguém que, porventura, esteja desfalecido entre os caminhos desta existência.

Quando vivemos com o intuito de nos aproximar da luz divina e dos sábios e felizes ensinamentos do Mestre Jesus, o nosso coração passa a se sentir leve e jubiloso, que a vida em si resplandece o seu real valor e maravilhosamente podemos senti-lo. Não é a vivência exterior, mas a harmonia interna que se equilibra com a vida verdadeira para a qual Deus nos criou.

Sempre foi e será o arranjo interno que viabiliza a percepção e compreensão da abençoada orquestra regida pelo Criador. Estamos unidos a Ele por meio da centelha viva e eterna, chispa de vida, então, não devemos estar à mercê do meio material, mas primorosamente de nossas qualidades intrínsecas em aperfeiçoamento. Com essa compreensão conquistamos a liberdade para o nosso crescimento e felicidade.

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