Pela presidência
“Depende de o homem amenizar seus males e ser tão feliz quanto se pode ser sobre a Terra.” – O Livro dos Espíritos, questão 920 O que é ser feliz?
Se questionarmos a diversas criaturas, obteremos explicações distintas. A felicidade tem uma definição única e singular. São unificadas em sonhos, projetos, conquistas, como coisas físicas, casa, carro, um bom emprego, saúde e quem sabe, encontrar um grande amor. A Universidade de Harvard, nos mostra em dois momentos que a felicidade não é Ter e sim Ser. A felicidade é um processo.
E o que o espiritismo nos diz sobre a Felicidade?
Questão 918 do Livro dos Espíritos, entendemos que a felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não no estado material do meio em que se acha.
Questão 922 diz ainda: Há uma medida de felicidade comum a todos os homens: A posse do necessário para a vida material, a consciência tranquila e a fé no futuro.
A pretensão de ser feliz é intrínseca ao ser humano e a Doutrina Espírita contribui nessa procura, porque seus preceitos possibilitam a entender no que consiste a autêntica felicidade e o que deveremos nos utilizar com eficiência para alcançar essa condição de espírito feliz.
Se nos detivermos a refletir que a legítima felicidade está em conformidade de defrontar as vivências e principalmente entender que ela está em nós mesmos.
“A felicidade não é deste mundo”. Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5 item 20. Se assim for, a felicidade plena é um estado idealizado, localiza-se em uma existência futura, e com condições de usurparmos de nossas fraquezas morais, lembrando sempre que nós somos os causadores da atual situação, agregando a nossa condição de ser feliz.
Quer ter uma existência mais feliz? Inicie modificando você mesmo. Mas mudar o que? A Doutrina Espírita
nos orienta, que não se consegue um caminho feliz sem um esforço próprio a fim de que a transformação espiritual aconteça; as pequenas coisas farão diferença, como: não reclamar, mas agradecer, guarde energia resolvendo os problemas e não valorize tanto o desconforto que ele proporciona. Não aguarde que tudo se resolva, enfrente as adversidades, vá atrás de seus propósitos, usando sempre da honestidade e do discernimento moral.
No Livro “Vida e Valores” de Raul Teixeira encontraremos o que segue: “Podemos ser felizes, na Terra, sem esperar a felicidade no reino dos céus, depois da morte, porque aprendemos que a felicidade maior não é propriamente aquela que apenas nós vivenciamos, mas aquela que experienciamos, doando-nos aos outros. Tudo quanto doamos é o que verdadeiramente nos pertence; o que tentamos guardar, reter, armazenar é o que perdemos. Por isso, podemos ser felizes, neste mundo, usufruindo as coisas materiais e servindo a Deus acima de tudo”.
Jamais delegue seu livre arbítrio a outra pessoa, acreditando que ela lhe fará feliz. A felicidade depende apenas de você, se valorize.
Fontes:
– Grupo Visão Espírita
– O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, item 20 cap. 5
– O consolador.com.br