Reuniões Mediúnicas no Seareiros parte III

por DOD Neste texto falaremos dos elementos de sustentação ou sustentadores. Lembramos que aqui não é possível aprofundar o assunto, para isso recomendamos o Livro dos Médiuns e obras paralelas. ELEMENTO DE SUSTENTAÇÃO – SUSTENTADORES Sustentação: Ato de sustentar, segurar para que não caia, manter, alimentar física ou moralmente. Linguagem espírita: Todo participante de reunião mediúnica que atua de forma consciente para amparar e defender o ambiente mental e fluídico. Elemento de Sustentação é como: “Dínamo de Vibrações Amorosas” Herminio Miranda Através da doação de vibrações amorosas, muitos companheiros se tornam verdadeiros “sustentáculos” do serviço mediúnico. Sua função é doar fluidos e zelar pelo equilíbrio do ambiente. Quem é o Elemento de Sustentação? É quem presta sua colaboração voluntária e gratuita, em função nas reuniões mediúnicas no Centro Espírita. Na Reunião, deve manter a concentração, a elevação dos pensamentos, o estado de oração e sentimento fraterno, assim cooperando para que os trabalhos ocorram em ordem e sob a proteção dos bons Espíritos. Não adormecer porque sua atividade fará falta e perderá os benefícios da reunião; e não entrar em desdobramento nem sair espiritualmente do ambiente, a não ser que instruído pelo Dirigente Mediúnico. Vibrar fraternalmente pelos comunicantes perturbados e infelizes, a fim de que sintam este benefício e a sinceridade do propósito de auxílio; e vibrar com simpatia e gratidão para Espíritos benévolos e superiores que se manifestem; manter de preferência os olhos fechados para não se distrair com o ambiente; Aceitar, sem acomodação ou falsa modéstia, tarefas para as quais esteja habilitado; apoiar com o pensamento e com afetividade os companheiros de trabalho. Estar atento ao diálogo, mas evitar: – Barulho de qualquer espécie, principalmente bocejos; – Dirigir-se diretamente ao comunicante; – Interferir mental e fluidicamente com pensamentos discordantes ou opiniões pessoais; – Jamais fazer mentalmente trabalho de dialogador em paralelo; – Conhecer a Doutrina Espírita e o que é mediunidade. Requisitos importantes para os Elementos de Sustentação Responsabilidade; estudo; firmeza mental e emocional; equilíbrio vibratório; compromisso com a Casa,com o grupo, com os mentores e com os assistidos; ausência de preconceitos; discrição; coerência. O Elemento de Sustentação deve se lembrar sempre de que é parte de uma equipe e precisa acatar as regras e procedimentos estabelecidos para o bom andamento do trabalho, colaborando em tudo o que for possível para que as atividades sejam desempenhadas de forma organizada e tranquila. Tanto quanto o médium, os demais participantes da reunião e o Elemento de Sustentação, precisam conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar o dirigente e os médiuns. Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório, o Elemento de Sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam por a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores. Para o equilíbrio vibratório observar a prática da prece diária, do Evangelho no Lar, a preparação necessária no período que antecede a reunião, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental etc. Fontes: O Livro dos Médiuns; Diálogo com as Sombras – Herminio Miranda; Nos Domínios da mediunidade – André luiz/F.C.Xavier; Apostila UEM (União Espírita Mineira)
Ensinamentos de Jesus: “É necessário nascer de novo”

Por Luiz Carlos Affonso “Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.” Jesus – João 3:7 Passa-se o fato com um fariseu de nome grego, Nicodemos (vencedor do povo). Seu nome aparece mais duas vezes apenas, sempre em João (7-5 e 19:39). Era Doutor da Lei e chefe dos judeus, o que indica pertencer ao Sinédrio. Procura Jesus à noite, hora mais propícia para uma conversa particular, acrescendo a circunstância da prudência de não ser visto. A Doutrina Espírita vem nos esclarecer e auxiliar a desvendar as Leis Divinas, e em nosso discernimento refletir no domínio consciencial aprendendo a valer-se do livre arbítrio, fazendo o que está acostumado com dever e comprometimento. “Não há, pois, duvidar de que sob o nome de ressurreição o princípio da reencarnação era ponto de uma das crenças fundamentais dos judeus, ponto que Jesus e os profetas confirmaram de modo formal; donde se segue que negar a reencarnação é negar ar palavras do Cristo.” — Cap. IV, 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo. A Lei do Retorno dá-nos a oportunidade de reparar equívocos de ontem e harmonizar o que outrora vivenciamos em desacordo com o Código Celestial, propiciando a iluminação do trajeto evolutivo. Deus, porém, repara amando, ajuda-nos a reconciliar com os desafetos, simplesmente mudando a indumentária de uso temporal, retornando às tarefas empreendidas em novo panorama existencial. Ponderemos sobre as ilusões e deslizes cometidos ajuizando sofrimentos àqueles que intimamente convivemos por dezenas de anos, avaliemos também os desencantos guardado no íntimo de cada um. Como reparar? Como reaproximar sem as vidas sucessivas? Diz Emmanuel em O Livro da Esperança: Estudemos os princípios da reencarnação, na lei de causa e efeito, à luz da justiça e da misericórdia de Deus e perceberemos que mesmo encarcerados agora em constringentes obrigações, estamos intimamente livres para aceitar com respeito e humildade as determinações da vida, edificando o espírito de trabalho e compreensão naqueles que nos observam e nos rodeiam, marchando, gradativamente, para a nossa emancipação integral, desde hoje. Individualizando os equívocos de experiências cotidianas e habituais, deparamos com a decepção daqueles que amealharam fortunas e ao final do percurso terreno não foram felizes enaltecendo a exclusiva mesquinhez. Podemos refletir sobre aqueles que na marginalidade acabaram por terminar no cárcere isolado e solitário, arrependido e alimentando o egoísmo sofredor. Somos livres para construir a iluminação interior, educar-se na moral de Jesus, entendê-la e praticá-la, servindo no bem, amparando e acolhendo com amor os semelhantes. Sem a aplicabilidade das vidas sucessivas a extensão das vivências se volveria em tempestuosos desalentos e arbitrariedades, porém ao lampejo das suas reparações compreenderemos todas as experiências angustiantes do traçado evolutivo. Disse o Cristo: “Necessário é nascer de novo.” Sem Allan Kardec, não saberíamos que o Sublime Instrutor não se refere à mudança íntima da criatura, nos grandes momentos da curta existência física, e sim à lei da reencarnação – Emmanuel. Fontes: – Livro da Esperança — Emmanuel – Caminho, Verdade e Vida — Emmanuel – Palavras de vida eterna — Emmanuel – O Evangelho Segundo o Espiritismo
A Coasseje e o Lar Dona Anita estão em festa! Entenda:

A COASSEJE e LAR DONA ANITA, estão com o coração cheio de alegria e gratidão. Celebramos um momento especial: nos últimos 2 meses, 8 crianças e adolescentes, que estavam sob os cuidados do Lar Dona Anita, agora fazem parte de um novo contexto, suas vidas foram ressignificadas, reintegradas em suas famílias de origem ou famílias substitutas, cheias de amor e carinho! Cada reintegração ou colocação em famílias substitutas representa um recomeço, uma oportunidade de crescimento e felicidade. Esse resultado é fruto do incansável trabalho técnico de profissionais e voluntários que, com dedicação e empenho, tornaram esse sonho possível. Nosso maior objetivo sempre foi garantir que cada criança possa ser reinserida na sociedade de f orma saudável, cercada por afeto e segurança. Esta conquista reforça nossa missão e nos motiva a seguir em frente! Agradecemos a cada pessoa que, de alguma maneira, contribuiu para tornar esse dia uma realidade. Desejamos às crianças e adolescentes, que essas essa nova fase seja repleta de garantias e proteção e que sejam muito felizes, rodeadas de amor, cuidado e oportunidades! Juntos, continuamos nessa jornada de amor e oportunidades!
Ser forte o bastante é respeitar-se

por Cínthia Cortegoso http://contoecronica.wordpress.com Há muita confusão quanto à expressão ser forte o bastante. Aliás, um enorme engano é pensar que se deve passar por situações variadas e permanecer o tempo todo com o sentimento inalterado, apenas aguentando, fortalecido, os mais desproporcionados acontecimentos; sem dúvida, um grande lapso. Ser forte não é suportar desrespeito, intolerância, maldade, excessos; ser forte é, ainda que em meio a inúmeras ocorrências, continuar, pois a vida é eterna e criada por Deus. E, naturalmente, haverá os dias mais leves e os mais difíceis e, ainda assim, o nosso coração desejará seguir. Haverá as manhãs em que mais desejaremos ficar na cama, bem em silêncio, almejando o conselho divino; também haverá os dias em que nosso coração estará radiante; outros dias em que nos sentiremos como indefesas crianças e choraremos baixinho. As tardes nubladas virão e, com fé, aguardaremos novamente o céu azul e o dourado raio de sol. E outra vez estaremos fortes. Passaremos por momentos infelizes e abençoados muito felizes e compreenderemos que estamos crescendo. Não devemos nunca amedrontar, sufocar ou desmerecer o nosso ser para parecermos fortes o bastante. Somos seres sensíveis, únicos, eternos em desenvolvimento. Há quem se anule para parecer invencível; há quem se sufoque para ser aceito; há quem se disfarce para, de alguma forma, ser percebido; há quem se maltrate para conquistar um lugar na sociedade humana, mas somos espíritos. Se em algum lugar não somos bem-vindos, há tantos outros que nos aguardam com felicidade; caso nossas palavras não encontrem oportunidade para serem pronunciadas busquemos outros ouvintes que desejem ouvi-las. Sempre haverá o ambiente propício para todo aprendiz da vida. Não deve ocorrer o excesso de realizações ‒ além do que se pode ‒, pois todos só devem fazer a sua medida, e querer fazer a mais é também exceder a chispa de energia que cada um de nós possui. Todos já vêm com uma determinada carga de energia para a ação dos compromissos assumidos e quando se avança o nível estimado pode acontecer o encurtamento do tempo já estipulado na erraticidade. Sem mencionar que todos necessitam aprender e quando se faz além da conta, também está isentando alguém de sua realização. É preciso equilíbrio em tudo na vida, porque quando não há, as áreas da vida do infeliz desequilibrado se desajustam e quando a desarmonia tenta comandar, tristeza, desencontro, medo e inquietação são presenças assíduas ‒ e tão inestimadas. Os dias nascem um de cada vez para tudo acontecer em seu devido tempo e com determinada proporção dos acontecimentos. Eles são exatos em suas medidas. Em momento algum uma pessoa deve ser forte o bastante se exceder os limites. Não há nenhum mérito em nos desrespeitarmos e cada pessoa deve ser a principal para si .
Autoperdão e a Importância do Hoje: Reflexões no Centro Espírita Seareiros de Jesus

Na última terça-feira (24), o Centro Espírita Seareiros de Jesus, localizado em Americana/SP, recebeu a querida Mariana Folster para uma palestra emocionante sobre um tema essencial no espiritismo: o autoperdão e a importância de viver o momento presente. Apesar da noite fria, a casa estava cheia, com frequentadores e visitantes dispostos a refletir profundamente sobre o valor do hoje em nossas vidas espirituais e emocionais. A troca de experiências e as palavras acolhedoras de Mariana proporcionaram momentos de verdadeira conexão e aprendizado coletivo. Mariana Folster, que além de trabalhadora do Seareiros de Jesus também é psicóloga, conduziu com leveza e profundidade uma conversa que tocou muitos corações. Sua abordagem trouxe luz ao quanto o autoperdão é fundamental para a nossa evolução espiritual, especialmente dentro da visão do espiritismo. Foi uma noite inspiradora, repleta de acolhimento, conhecimento e energia positiva. Agradecemos imensamente a presença de todos e, especialmente, à Mariana por dedicar seu tempo e compartilhar seu saber conosco. Nossa programação espiritual continua ao longo da semana com os Atendimentos Fraternos e os grupos de estudo espírita, sempre com muito carinho e dedicação para acolher a todos que buscam paz, esclarecimento e crescimento espiritual. Se você está em Americana e deseja conhecer mais sobre o espiritismo, participe das nossas atividades no Centro Espírita Seareiros de Jesus. Será uma alegria receber você!
Vamos falar sobre a felicidade?

Pela presidência “Depende de o homem amenizar seus males e ser tão feliz quanto se pode ser sobre a Terra.” – O Livro dos Espíritos, questão 920 O que é ser feliz? Se questionarmos a diversas criaturas, obteremos explicações distintas. A felicidade tem uma definição única e singular. São unificadas em sonhos, projetos, conquistas, como coisas físicas, casa, carro, um bom emprego, saúde e quem sabe, encontrar um grande amor. A Universidade de Harvard, nos mostra em dois momentos que a felicidade não é Ter e sim Ser. A felicidade é um processo. E o que o espiritismo nos diz sobre a Felicidade? Questão 918 do Livro dos Espíritos, entendemos que a felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não no estado material do meio em que se acha. Questão 922 diz ainda: Há uma medida de felicidade comum a todos os homens: A posse do necessário para a vida material, a consciência tranquila e a fé no futuro. A pretensão de ser feliz é intrínseca ao ser humano e a Doutrina Espírita contribui nessa procura, porque seus preceitos possibilitam a entender no que consiste a autêntica felicidade e o que deveremos nos utilizar com eficiência para alcançar essa condição de espírito feliz. Se nos detivermos a refletir que a legítima felicidade está em conformidade de defrontar as vivências e principalmente entender que ela está em nós mesmos. “A felicidade não é deste mundo”. Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5 item 20. Se assim for, a felicidade plena é um estado idealizado, localiza-se em uma existência futura, e com condições de usurparmos de nossas fraquezas morais, lembrando sempre que nós somos os causadores da atual situação, agregando a nossa condição de ser feliz. Quer ter uma existência mais feliz? Inicie modificando você mesmo. Mas mudar o que? A Doutrina Espírita nos orienta, que não se consegue um caminho feliz sem um esforço próprio a fim de que a transformação espiritual aconteça; as pequenas coisas farão diferença, como: não reclamar, mas agradecer, guarde energia resolvendo os problemas e não valorize tanto o desconforto que ele proporciona. Não aguarde que tudo se resolva, enfrente as adversidades, vá atrás de seus propósitos, usando sempre da honestidade e do discernimento moral. No Livro “Vida e Valores” de Raul Teixeira encontraremos o que segue: “Podemos ser felizes, na Terra, sem esperar a felicidade no reino dos céus, depois da morte, porque aprendemos que a felicidade maior não é propriamente aquela que apenas nós vivenciamos, mas aquela que experienciamos, doando-nos aos outros. Tudo quanto doamos é o que verdadeiramente nos pertence; o que tentamos guardar, reter, armazenar é o que perdemos. Por isso, podemos ser felizes, neste mundo, usufruindo as coisas materiais e servindo a Deus acima de tudo”. Jamais delegue seu livre arbítrio a outra pessoa, acreditando que ela lhe fará feliz. A felicidade depende apenas de você, se valorize. Fontes: – Grupo Visão Espírita – O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, item 20 cap. 5 – O consolador.com.br
De acordo com estudo, a música traz benefícios na recuperação de problemas de saúde

Redação Momento Espírita (momento.com.br) No mês de março de 2008, a revista científica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, com pacientes que sofreram derrame cerebral. Sessenta voluntários participaram da pesquisa, divididos em três grupo s.O primeiro, formado por pacientes que foram expostos à audição musical, por duas horas diárias. O segundo, por pacientes que ouviam livros–áudio. O terceiro grupo não ficou exposto a nenhum tipo de estímulo auditivo. Após três meses, os cientistas observaram que a memória verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam música, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-áudio e 29% entre os pacientes que não receberam estímulos auditivos. A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram música, durante a recuperação, revelaram uma melhora de 17% na concentração e na habilidade de controlar e realizar operações mentais e resolver problemas. Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposição à música durante o período de recuperação estimula a atividade cognitiva e as áreas do cérebro afetadas pelo derrame. Além de ajudar a prevenir a depressão nos pacientes. A notícia é alvissareira e demonstra que, a cada dia, o homem avança no conhecimento, ampliando seus conceitos. Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recuperação do cérebro humano? Os que acreditam no Espírito, os artistas, os estetas, mais de uma vez sentiram o êxtase ao ouvirem determinadas peças musicais e falaram de suas propriedades. A respeito da ação da música, em março de 1869, o Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec estampou, em sua Revista Espírita, uma página mediúnica, assinada pelo consagrado Rossini. O compositor italiano Gioachino Antonio Rossini, autor de música sacra, de música de câmara e de trinta e nove óperas, dentre elas as célebres O barbeiro de Sevilha e Cinderela, escreveu: A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. A harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa. Tal sentimento existe num certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. A música exerce uma influência feliz sobre a alma. E a alma, que concebe a música, também exerce sua influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu harmonia, produzirá obras-primas capazes de penetrar as almas mais encouraçadas e de comovê-las. Por fim, diz o compositor que moralizando os homens, o Espiritismo exercerá grande influência sobre a música. Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão suas virtudes, fazendo ouvir suas composições. Utilizemos a música em nossa vida. A música que emociona, que eleva. Não há necessidade de se ouvir somente música erudita, clássica. Há tantos compositores populares, de tantos países, com músicas belíssimas, que encantam e extasiam os que as escutam. Busquemo-las e deixemos que nossa alma cresça, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.
NOSSO LAR

por Orlando Cioldin Nosso Lar – este é o nome dado ao primeiro livro ditado pelo espírito de André Luiz. É o livro psicografado mais vendido em todo o mundo. A psicografia desta obra em 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, trouxe grandes surpresas e alegrias. Foi lhe permitido a Chico Xavier sair de seu corpo físico, por algumas horas, em companhia de André Luiz, a fim de conhecer uma faixa suburbana da cidade, descrita no livro. Emmanuel havia permitido seu passeio, para que não fosse prejudicada, no futuro, a obra “Nosso Lar”, cujas descrições eram para ele inteiramente novas. Pôde Chico comprovar os dizeres de Allan Kardec, em seu livro “O Céu e o Inferno”, que após a morte o homem se liberta de sua matéria, ficando, porém, de posse de sua individualidade, sem alterar de maneira artificiosa a sua personalidade. Em seu “passeio” viu os agrupamentos sociais e culturais, similares aos nossos, existentes no Além. Viu as consequências benéficas e maléficas, que estamos sujeitos a sofrer quando regressamos desta vida terrena. A antiga “TV TUPI” apresentou a novela intitulada “A Viagem”, de Ivani Ribeiro, com absoluto sucesso, chegando ao índice de 87% de audiência em todo país. Foi baseado nessa obra e supervisionado pelo emérito professor Herculano Pires. Posteriormente a Rede Globo produziu o “remake” da novela também com grande sucesso. Atualmente está sendo repetida no canal “VIVA” do Grupo Globo.” (Extraído do livro: “Nosso Amigo Chico Xavier – 50 Anos de Mediunidade” de Luciano Napoleão da Costa e Silva)
Reuniões Mediúnicas no Seareiros de Jesus

POR DOD Apresentamos neste texto do nosso blog e em edição do Informativo e em futuras edições o funcionamento de um grupo mediúnico no Seareiros, além de esclarecer quem são os participantes, descrevendo cada função. Para um bom trabalho mediúnico não basta que duas ou três pessoas estejam materialmente juntas; é preciso que estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de ideias, para o bem. Uma reunião é a realização de um conjunto, refletindo sempre a qualidade daqueles que o compõem, à semelhança de um feixe que mais força tem, quanto mais homogêneo for, como nos coloca Kardec, em O Livro Dos Médiuns. O conhecimento das cinco obras básicas é essencial. A prática mediúnica não pode ser improvisada. Os bons Espíritos nos ajudam, mas não podem fazer por nós as tarefas que nos incubem, nem livrar- nos das provações, e muito menos coibir os mecanismos do nosso livre arbítrio. Num grupo Espírita todos são de igual importância. O que garante a estabilidade de um grupo é o equilíbrio psíquico e emocional daqueles que o compõem. Não bastará nos dirigirmos, habitualmente, a uma sala em determinada hora, colocarmos as obras de estudo sobre a mesa, fecharmos os olhos e aguardarmos o desenrolar dos trabalhos. Antes, é imprescindível a todos uma preparação pautada na leitura edificante, na oração, no cultivo de bons pensamentos e na alimentação adequada, além da concentração na tarefa de assistência, desligando- se das preocupações diárias no momento do trabalho. A exemplo dos membros do corpo é preciso trabalhar para atingirmos um mesmo fim: proporcionar alívio e esclarecimento aos Espíritos sofredores. Todos do grupo têm uma função específica, fundamental e particular. Apesar de formarem um conjunto único, as vibrações de harmonia ou desarmonia de que se veja envolto um componente do grupo, pode recair sobre todos os outros, como assevera Paulo (1Cor 12:25-26): ―se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. A espiritualidade conta conosco e, se o grupo não for harmônico, pouco produziremos, pois a força espiritual contagiante que soma os corações cheios de compaixão e das mentes unidas pelo amor de Jesus Cristo atua bem mais profundamente do que doutrinações prolongadas, cansativas e improdutivas. A equipe mediúnica não pode prescindir da perseverança, já que toda obra é construção do tempo e só a permanência no ideal pode garantir a vitória. Logo, uma equipe mediúnica não pode ser improvisada, necessitando ser construída com bases na assiduidade, pontualidade, esforço, responsabilidade, desejo pelo bem, conhecimento e fidelidade aos princípios evangélico-doutrinários. Os participantes de um grupo mediúnico devem ter em mente que os Espíritos não são seres à parte, somente porque não possuem mais o corpo físico; ao contrário, são eles possuidores de experiências e vidas próprias que dão conta da sua personalidade. Cabe a cada um de nós, encarnados, nos conscientizarmos da seriedade do trabalho que pretendemos efetuar, cumprindo a nossa parte, pois os amigos espirituais estão sempre presentes em um grupo sério. Acerca disso nos elucidou o Espírito Áulus: “Nossos companheiros (…) fazem o serviço de harmonização preparatória. (…) Sabem que não devem abordar o mundo espiritual sem a atitude nobre e digna que lhes outorgará a possibilidade de atrair companhias edificantes e, por esse motivo, não comparecem aqui sem trazer ao campo que lhes é invisível as sementes do melhor que possuem”. (Nos Domínios da Mediunidade cap. 5) No Centro Espírita Seareiros de Jesus, o Departamento de Orientação Doutrina (DOD), que é composto pelo presidente e vice-presidente e mais quatro pessoas eleitas pelo Conselho Deliberativo, tem a responsabilidade sobre toda a parte Doutrinária da Casa. Existe um Regimento Interno do Departamento que normatiza todas as atividades. Relacionamos abaixo a parte que se refere as reuniões mediúnicas. f) REUNIÕES MEDIÚNICAS: É a atividade de intercâmbio com o plano espiritual, objetivando assistir espíritos necessitados de orientação, colocando em prática a teoria mediúnica e proporcionando a educação das faculdades individuais. Somente participarão das reuniões mediúnicas as pessoas integrantes de pelo menos uma reunião de estudos no Centro Espírita Seareiros de Jesus; As reuniões mediúnicas deverão ter até 10 minutos para preces e leituras iniciais, sem comentários, não devendo, no seu tempo total, ultrapassar 1 hora de duração; As leituras serão de O Evangelho Segundo o Espiritismo e uma mensagem da Coleção Vinha de Luz (Pão Nosso, Vinha de Luz, Caminho, Verdade e Vida, Fonte Viva e Ceifa de Luz), psicografada por Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel; As comunicações gravadas ou psicografadas nas reuniões mediúnicas não poderão ser divulgadas sem análise e autorização do DOD; A porta da sala será fechada 10 minutos antes do início da reunião; Faltas consecutivas ou alternadas, sem justificativas, deverão ser analisadas pelos coordenadores do grupo mediúnico; Os coordenadores decidirão acerca do dirigente da reunião, podendo ser feita escala para essa função, conforme o caso. Caberá ao dirigente escalado pelos coordenadores a designação dos lugares em que cada participante deverá sentar-se e a distribuição das atribuições de cada um na realização da tarefa, como a escolha dos dialogadores, dos participantes que farão as leituras, as preces, etc.; O ingresso de novos participantes, que não venham de outra reunião mediúnica do Centro Espírita Seareiros de Jesus, somente acontecerá após participar de reunião de estudos na Casa e por indicação dos coordenadores daquele grupo de estudos, preferencialmente após preparação prévia em curso elaborado pelo DOD; Nos casos de realização de reunião mediúnica na sequência a uma reunião de estudos, deverá, obrigatoriamente, ser observado um intervalo mínimo de 10 minutos; O DOD sugere que, ao menos uma vez por semestre seja realizada reunião de avaliação visando aquilatar o aproveitamento e alcance dos objetivos do grupo; Comunicações simultâneas poderão ocorrer, a critério do próprio grupo mediúnico. Caberá aos coordenadores observar o número de dialogadores em ação para permitir a quantidade de simultaneidade, não sendo superior a 3 comunicações; Bibliografia: O Livro dos Médiuns; Diálogo com as Sombras – Herminio Miranda; Nos Domínios da mediunidade – André luiz/F.C.Xavier; Apostila UEM (União Espírita