O Fluido Cósmico Universal (FCU)

Por Jubery Rodrigues dos Santos Fonte: O Livro dos Espíritos e A GENESE de ALLAN KRDEC   O conceito de Fluido Cósmico Universal, que encontra suas raízes nas ideias de Franz Anton Mesmer e na obra de Allan Kardec. Mesmer, um médico alemão do século XVIII, propôs a existência de um fluido natural que permeia tudo no universo, influenciando a saúde e o comportamento dos seres vivos. Esta noção foi mais tarde incorporada e expandida por Kardec, que a utilizou para explicar uma variedade de fenômenos espirituais.   Segundo Kardec, o Fluido Cósmico Universal é a substância primordial a partir da qual toda a matéria se origina e retorna um elemento etéreo que se transforma e manifesta em diferentes estados e formas. No contexto do Espiritismo, este fluido é considerado a base para o perispírito ou corpo espiritual, servindo como intermediário entre o espírito e a matéria. A ideia também encontra paralelos em conceitos como o prana da Yoga e o oogônio de Wilhelm Reich, ambos referindo-se a uma força vital essencial que sustenta a vida. Embora a ciência moderna não reconheça o Fluido Cósmico Universal como um conceito científico, ele continua a ser um ponto de interesse e estudo dentro de certas tradições espirituais e filosóficas.   A relação entre o Fluido Cósmico Universal (FCU) e os fenômenos mediúnicos é profundamente enraizada nos princípios do Espiritismo. O FCU é considerado a substância primordial, um elemento etéreo que permeia todo o universo e é a base de toda a matéria e energia existente. No contexto dos fenômenos mediúnicos, o FCU é visto como o meio pelo qual os espíritos interagem com o mundo físico. Os médiuns, indivíduos com a capacidade de se comunicar com os espíritos, são ditos como capazes de manipular ou serem influenciados por este fluido para receber mensagens ou produzir efeitos físicos.   Segundo a Doutrina Espírita, os espíritos podem modificar o FCU através do pensamento e da vontade, transformando-o em diferentes formas de manifestação. Por exemplo, no processo de materialização, os espíritos utilizam o FCU para criar formas tangíveis que podem ser percebidas pelos seres humanos. Da mesma forma, na psicografia, onde mensagens são escritas por um médium sob a influência de um espírito, acredita-se que o FCU atue como condutor das energias e intenções do espírito para o médium.   O períspirito, uma espécie de envoltório fluídico que liga o espírito ao corpo físico, também é composto pelo FCU. Este elemento é crucial para entender a interação entre os espíritos e os médiuns, pois serve como um intermediário entre o mundo espiritual e o mundo material. Durante as sessões mediúnicas, o perispírito do médium pode sofrer alterações influenciadas pelo FCU, permitindo assim que os fenômenos mediúnicos ocorram.   Além disso, o FCU é responsável pela transmissão de pensamentos e sensações entre os espíritos e os médiuns. A qualidade e a pureza do FCU podem influenciar a clareza das comunicações mediúnicas, sendo que fluidos mais puros e sutis facilitam uma interação mais harmoniosa e menos suscetível a interferências.   A compreensão do FCU e sua relação com os fenômenos mediúnicos são essenciais para os estudiosos do Espiritismo, pois oferece uma explicação para muitos dos mistérios que cercam a comunicação entre o mundo físico e o espiritual. Embora seja um conceito abstrato e não mensurável por métodos científicos convencionais, o FCU continua a ser um tópico de grande interesse e debate dentro da comunidade espiritualista. Através do estudo e da prática mediúnica, busca-se uma maior compreensão sobre como os espíritos podem influenciar e ser influenciados pelo FCU, e como isso afeta as interações entre os dois mundos.   Conclusão: O fluido cósmico universal é um conceito central na doutrina espírita, representando a interconexão entre a matéria e o espírito. Ele é fundamental para entender as transformações que ocorrem no universo e a relação entre os seres humanos e o divino. A compreensão desse fluido é essencial para aqueles que estudam a espiritualidade e a natureza da existência.

Ensinamento de Jesus: Evolução Espiritual e o propósito da encarnação

Por Luiz Carlos Afonso   “Se vos tenho falado de coisas terrestres, e não me credes, como crereis se vos falar das celestiais?” – Jesus (João 3:12)   Em cada nova existência temos por finalidade granjear novos aprendizados, que contribuirão para nossa evolução espiritual, tendo como finalidade a perfeição relativa. Essas conquistar demanda várias encarnações, visto que, cada um de nós teremos que nos empenharmos por aquisições virtuosas, como, sermos amorosos, bondosos, justos, pacientes, aprender a respeitar o semelhante, deixarmos de ser preconceituosos e praticarmos o perdão, essas são algumas virtudes, são realizações que requer empenho constante em nossas vivências diárias. Jesus em conversa com Nicodemos deixou claro a ele, o que podemos interpretar como também a nós, que não conhecemos e não cremos nas coisas terrenas, como vamos entender as celestiais? Aí começa a nossa busca pelo processo evolutivo do espírito. Deus em sua bondade e misericórdia, concede e viabiliza novas encarnações até que obtenhamos grau avançado de evolução , o que colocará um marco final na necessidade de reencarnar. Como o aprendizado é gradual, teremos tempo suficiente de harmonizar o que em outras vidas não fizemos escolhas favoráveis a aquisições virtuosas, por essa razão, há demanda de muitas encarnações. A Doutrina Espírita, através dos seus ensinamentos, alinhados a Jesus, oferece esse método de entendimento ao processo de evolutivo, uma maneira contínua de aprendizado moral e intelectual ao longo de múltiplas vidas. A visão espírita ainda nos traz a informação de que somos imortais, que mesmo depois da morte do corpo físico, continuaremos a viver intensamente, sempre em busca do progresso contínuo, com o auxílio da espiritualidade superior. Em cada nova encarnação, ainda no plano espiritual, somos assessorados no planejamento do novo ciclo a ser iniciado, o que implica a intercessão de espíritos benfeitores, onde será determinado o gênero de vida que vai colaborar em nossas realizações e êxitos, consequentemente em avanços espirituais. Diz Emmanuel em Caminho, Verde e Vida: É necessário compreenda o homem que Deus concede os auxílios; entretanto, cada Espírito é obrigado a talhar a própria glória. A grande tarefa do mundo espiritual, em seu mecanismo de relações com os homens encarnados, não é a de trazer conhecimentos sensacionais e extemporâneos, mas a de ensinar os homens a ler os sinais divinos que a vida terrestre contém em si mesma, iluminando-lhes a marcha para a espiritualidade superior. Que o alerta a Nicodemos, possa nos orientar no entendimento do curso reprisado de experiencias imprescindíveis, e que ao decorrer das versadas vidas, sejamos capazes de distinguir as coisas celestiais.

Novos Caminhos

Pela Presidência Ame sempre com toda a força do seu coração e estarás sempre no caminho da felicidade, pois o amor é a eterna energia de Deus, atuando em nós! (Chico Xavier) O ciclo contemporâneo que vivenciamos é de renovação, de transformação e marcado por dois consideráveis contextos. Pelo desenvolvimento tecnológico e o sentimento profundo de carência de objetivos, caracterizando uma lacuna interior e uma vida sem sentido. A tecnologia nos dá uma qualidade de vida melhor o que muitos não estão compreendendo e desfrutando, assim passamos a conviver com as adversidades constantes. Quando passamos para as relações interpessoais fica evidente os embates e os abalos nas afeições humanas, conduzindo o ser a uma existência vazia, fútil, apática e sem estímulo. Recomenda-nos Emmanuel em página do livro Pão Nosso, que precisamos aderir a uma conduta mais cautelosa. Diz:   “Transfere a observação para o teu campo de experiência diária e não olvides que as situações externas serão retratadas em teu plano interior, segundo o material de reflexão que acolhes na consciência. Se perseverares na cólera, todas as forças em torno te parecerão iradas. Se preferes a tristeza, anotarás o desalento, em cada trecho do caminho. Se dúvidas de ti próprio, ninguém confia em teu esforço. Se te habituaste às perturbações e aos atritos, dificilmente saberás viver em paz consigo mesmo. Respirarás na zona superior ou  inferior, torturada ou tranquila, em que colocas a própria mente”…   Espíritos imortais que somos, estamos vivenciando um crescimento e amadurecimento contínua do espírito, objetivando aperfeiçoamento espiritual sem privilégios, porque a evolução do ser é uma conquista individual e cada um em seu tempo. O Planeta vive momentos de transição, exigindo de nós reflexões mais apuradas em relação a atitudes benevolentes com o propósito de sermos mais indulgentes com o próximo, contribuindo a fim de que o Planeta se transforme em um mundo de regeneração, onde o sentimento de amor estará presente no coração de seus habitantes. Portanto o momento é de escolhas, a Doutrina Espírita nos trás princípios incontestáveis, informações precisas do processo evolutivo do espírito, utilizemos esses recursos disponibilizados por Deus e de expressiva relevância ao aprimoramento espiritual. Procuremos ser uma criatura de propósitos superiores, não permitindo que ilusões continue a nos enganar e fazer sofrer, esperando que métodos exteriores e frívolas, trarão paz de espírito. Assumamos responsabilidades de nossas atitudes e comportamentos desprezíveis. A Doutrina Espírita nos tirou a cegueira espiritual, sabemos que somos espíritos imortais, continuaremos a viver, mesmo a pós a morte do corpo físico, e que se nos enganamos em escolhas, Deus nos dará outras oportunidades de corrigendas, através da reencarnação. A demarcação do crescimento e desenvolvimento espiritual é inexistente, não há limites em direção a realizações com o fim evolutivo do ser espiritual. As conquistas na área cognitiva e virtuosa é uma riqueza que se eternizará , patrimônio espiritual que jamais se perderá. “Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam”. ( Mateus 6:20). Deixemos as amarras da culpa, do pecado e do castigo, nós vivemos para amar e sermos felizes e não para sofrer ou reparar algo pela condenação de atos impensados e mal escolhidos. “Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio que eu leve o amor… São Francisco de Assis “. Somos a repercussão de emoções abrangentes, cada pensamento, cada ação molda o nosso presente, impactando no que colhemos. Saibamos escolher, reflita sobre seus valores, fraquezas e metas, certamente a felicidade seguirá em você.   Fontes: – O Evangelho segundo o Espiritismo. – Coleção Fonte Viva – Espírito Emmanuel – Chico Xavier – Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco. No rumo do mundo de regeneração. – Divaldo Franco – Bezerra de Menezes – Momento Decisivo.

O que Jesus fará com o planeta?

Estamos, de uma forma geral, assustados, de alguma maneira perplexos e angustiados com o complexo momento histórico do planeta, com tantos desajustes pessoais e coletivos, em ondas crescentes de agressividade e império cruel do materialismo, que tenta se impor ainda mais.

Palestra “Espiritismo para os simples de coração” enche auditório do Seareiros

No dia 22 de junho, o Seareiros de Jesus teve a alegria de receber o expositor  Sandro Cosso, do CEAK (Centro Espírita Allan Kardec) de Campinas, para a palestra Espiritismo para os simples de coração”. Com o auditório lotado, Sandro conduziu a palestra de forma clara e envolvente, abordando o papel do espírita nos dias atuais. Durante sua fala, trouxe histórias que ilustraram a vivência da Doutrina no dia a dia, destacando sempre a importância do amor e do perdão como bases para a transformação pessoal e coletiva. “Se as pessoas agissem com a mesma simplicidade das crianças, o mundo seria outro.”, disse em um dos momentos da palestra. VEJA TAMBÉM: CURTAS DO SEAREIROS, UM RESUMO DE TUDO O QUE ACONTECE NA CASA Ao final, ficou a certeza de que a simplicidade de coração é um caminho seguro para aproximar-nos de Jesus e viver de forma mais plena o Evangelho. Foi, sem dúvida, uma noite de **aprendizado, reflexão e renovação espiritual para todos.

Bezerra de Menezes: o médico dos pobres e apóstolo da caridade

Bezerra de menezes

por Jubery Rodrigues _________________________ Adolfo Bezerra de Menezes nasceu em 29 de agosto de 1831, em Riacho do Sangue, no Ceará, descendente das primeiras famílias que vieram do sul povoar aquele estado. Em 1838, entrou para a escola pública Vila do Frade e formou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 06 de janeiro de 1858, casou-se com Dona Maria Cândida Lacerda, que faleceu em 24 de março de 1863, deixando dois filhos pequenos. Casou-se então algum tempo depois com sua cunhada, irmã de sua esposa por parte de mãe, com quem teve mais sete filhos. Durante a campanha abolicionista, com espírito prudente, escreveu “A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem danos para a nação”. Conheceu o Espiritismo em 1875 e, em 16 de agosto de 1886, diante de um público extraordinário, proclamou sua adesão à doutrina espírita. A partir daí, toda sua existência foi dedicada à causa de Cristo, sendo considerado o médico dos pobres e o apóstolo da caridade devido a sua dedicação e amor ao próximo. Ele também expôs problemas de sua terra, escreveu biografia sobre homens célebres, foi redator do jornal “Sentinela da Liberdade”, escreveu livros Espíritas. Pela atuação em movimentos espíritas, foi considerado um modelo para a doutrina. Suas atitudes fizeram com que ele fosse considerado o Kardec Brasileiro, uma homenagem pelo seu desempenho. Também foi vereador e deputado pelo Rio de Janeiro, além de presidente da FEB (Federação Espírita Brasileira). Em 11 de abril de 1900, às 11h30, Dr. Bezerra de Menezes desencarnou no Rio de Janeiro, mas suas atividades aqui não se encerraram. Até hoje, o médico dos pobres continua servindo demais a Pátria Espiritual. ____________________ Fonte ; FEB

Ensinamento de Jesus: entre espinhos e frutos, o caminho da superação espiritual

“Nem se vindimam uvas dos abrolhos.” Jesus – Lucas 6.44 Vivemos uma existência de dificuldades, o plano físico nos mostra que devemos ser batalhadores e que os obstáculos são muitos, alguns enormes. Serão impasses, estorvos e adversidades incontáveis, por isso a afirmativa de Jesus que não se pode colher uvas dos espinheiros. São todas essas tribulações que não permitem a colheita de frutos saborosos da vinha dita pelo Cristo na Parábola da Videira. Afirma ainda Jesus que não podemos esperar viabilidades sem esforço constante. Conseguiremos um dia após sucessivas encarnações voltarmos ao convívio da Divindade, mas antes teremos que combater as tribulações tão necessárias ao nosso engrandecimento espiritual, forçoso será encarar o labor. Candidatos que somos em laborar na obra de Jesus, impedimentos nos dificultarão as nossas investidas. Aqueles decididos a enfrentar e a tentar retomar corrigenda aos fracassos, a não somatizar opiniões de companheiros incessíveis ao entendimento dos propósitos e ideais cristãos que assumimos, teremos que nos fortalecer superando a incitação de muitos, que certamente levarão outros à prostração e a desistência. O que fazer então com o contexto de afrontas que nos coage ao atraso e a inércia espiritual? Fugir aos conflitos e as contendas banais seria um processo respeitável a opinião alheia e muitas vezes dignas, respeitando a individualidade e tornando as vivências em um bom confronto, prosseguindo em nossa cumplicidade de coração amoroso e consoante aos ensinos de Jesus. Para participar dos embates necessários ao nosso adiantamento espiritual, seria essencial nos despojar das vestimentas velhas que carregamos a milênios e demandar às provas de maneira mais tênue. Os embaraços no percurso de feitos virtuosos surgirão cotidianamente. Diz Emmanuel no Livro Fonte Viva: A cada hora surge o impedimento inesperado. É o parente frio e incompreensivo, a secura dos corações ao redor de nós, o companheiro que desertou, a mulher que desapareceu, perseguindo objetivos inferiores, o amigo que se iludiu nas ilhas de repouso, deliberando atrasar a jornada, o cooperador que a morte levou consigo, o ódio gratuito, a indiferença aos apelos do bem, a perseguição da maldade, a tormenta da discórdia. A Boa Nova, porém, oferece ao cristão a conquista da glória divina. Se quisermos alcançar a meta, ponhamos de lado todo impedimento e corramos, com perseverança, na prova de amor e luz que nos está proposta. Sempre sucederá ajuda Divina, bondosos e benevolentes companheiros se manifestarão em dádivas celestes às nossas dificuldades, bendizendo o nosso empenho e propósitos. Ajustemo-nos as lidas sagradas do amor e logo os abrolhos serão substituídos por colheita de frutos saborosos. __________________________________________________________ Fontes: – Caminho, Verdade e Vida – pelo Espírito Emmanuel – Fonte viva — pelo Espírito Emmanuel – Evangelho Segundo o Espiritismo

Talentos

seu talento

Pela Presidência A cada encarnação Deus nos beneficia com recursos abundantes que nos vão auxiliar o adiantamento evolutivo. Isso são talentos, em alguns muito e em outros um pouco menos, mas todos dotados de estímulos habilidosos. São aptidões, habilidades, dons, vocação, competência, categorize como compreender melhor. Disse Simão Pedro (II Pedro 1:20): “Os ensinos de Nosso Senhor Jesus são verdadeiros manás celestes que se multiplicam cada vez que conseguimos avançar um degrau na jornada da compreensão.” Equivocamos na compreensão no cabedal de bens espirituais que Deus nos disponibiliza e achamos que são elementos, ferramentas, aparatos, ligados ao auxílio material, como automóvel, imóvel, quantia monetária, aparência física e outros. Estagiamos, no momento, com recursos intelectuais que vislumbram a compreensão desses impulsos do ponto de vista da aptidão da criatura humana, isto é, da capacidade de distinguir, ser justo, honesto, digno… Sucessivas encarnações nos colocam no caminho da evolução, afasta toda concepção de talentos natos ou presenteado pela Divindade aos preferidos. São aquisições do espírito, assim determina a justiça de Deus. Emmanuel diz em Fonte Viva: “Quanto aconteceu ao servidor invigilante da narrativa evangélica, há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam. E recolhem-se à ociosidade, alegando o medo da ação. Medo de trabalhar, medo de servir, medo de fazer amigos, medo de desapontar, medo de sofrer, medo da incompreensão, medo da alegria, medo da dor. E alcançam o fim do corpo, como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência.” Estejamos nós equilibrados, dispostos, nonagenários ou jovens, necessitamos mobilizar as habilidades conquistadas na trajetória secular e disponibilizadas pelo Criador para prosseguir no amadurecimento e desenvolvimento dos recursos efetivos em nossa individualidade, até que alcancemos a maturidade espiritual. Riqueza que o salteador não é capaz de roubar, que a ferrugem não pode corroer, e a traça não pode consumir. Uma riqueza com essas particularidades só pode ser a riqueza do espírito. Todas as demais são coisas, são objetos, são valores que ficam no mundo, porque ao mundo pertencem. Assim entendendo, os nossos talentos devem ser utilizados para difundir o amor perante com os quais vivenciamos. Jesus nos propôs que capacitássemos a fazer amigos com as riquezas do mundo. Essa capacidade de discernir, de qualificar-se, de ser capaz, engenhoso, apto, são conquistas nossas, são virtudes que passaram a pertencer a nós em definitivo, e por mérito. Outros acréscimos ficarão, como a riqueza, o poder, porque são do mundo físico. Fontes: – O Evangelho segundo o Espiritismo. – Fonte Viva – Espírito Emmanuel – O Livro dos Espíritos

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