Autoperdão e a Importância do Hoje: Reflexões no Centro Espírita Seareiros de Jesus

Na última terça-feira (24), o Centro Espírita Seareiros de Jesus, localizado em Americana/SP, recebeu a querida Mariana Folster para uma palestra emocionante sobre um tema essencial no espiritismo: o autoperdão e a importância de viver o momento presente. Apesar da noite fria, a casa estava cheia, com frequentadores e visitantes dispostos a refletir profundamente sobre o valor do hoje em nossas vidas espirituais e emocionais. A troca de experiências e as palavras acolhedoras de Mariana proporcionaram momentos de verdadeira conexão e aprendizado coletivo. Mariana Folster, que além de trabalhadora do Seareiros de Jesus também é psicóloga, conduziu com leveza e profundidade uma conversa que tocou muitos corações. Sua abordagem trouxe luz ao quanto o autoperdão é fundamental para a nossa evolução espiritual, especialmente dentro da visão do espiritismo. Foi uma noite inspiradora, repleta de acolhimento, conhecimento e energia positiva. Agradecemos imensamente a presença de todos e, especialmente, à Mariana por dedicar seu tempo e compartilhar seu saber conosco. Nossa programação espiritual continua ao longo da semana com os Atendimentos Fraternos e os grupos de estudo espírita, sempre com muito carinho e dedicação para acolher a todos que buscam paz, esclarecimento e crescimento espiritual. Se você está em Americana e deseja conhecer mais sobre o espiritismo, participe das nossas atividades no Centro Espírita Seareiros de Jesus. Será uma alegria receber você!
De acordo com estudo, a música traz benefícios na recuperação de problemas de saúde

Redação Momento Espírita (momento.com.br) No mês de março de 2008, a revista científica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, com pacientes que sofreram derrame cerebral. Sessenta voluntários participaram da pesquisa, divididos em três grupo s.O primeiro, formado por pacientes que foram expostos à audição musical, por duas horas diárias. O segundo, por pacientes que ouviam livros–áudio. O terceiro grupo não ficou exposto a nenhum tipo de estímulo auditivo. Após três meses, os cientistas observaram que a memória verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam música, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-áudio e 29% entre os pacientes que não receberam estímulos auditivos. A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram música, durante a recuperação, revelaram uma melhora de 17% na concentração e na habilidade de controlar e realizar operações mentais e resolver problemas. Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposição à música durante o período de recuperação estimula a atividade cognitiva e as áreas do cérebro afetadas pelo derrame. Além de ajudar a prevenir a depressão nos pacientes. A notícia é alvissareira e demonstra que, a cada dia, o homem avança no conhecimento, ampliando seus conceitos. Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recuperação do cérebro humano? Os que acreditam no Espírito, os artistas, os estetas, mais de uma vez sentiram o êxtase ao ouvirem determinadas peças musicais e falaram de suas propriedades. A respeito da ação da música, em março de 1869, o Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec estampou, em sua Revista Espírita, uma página mediúnica, assinada pelo consagrado Rossini. O compositor italiano Gioachino Antonio Rossini, autor de música sacra, de música de câmara e de trinta e nove óperas, dentre elas as célebres O barbeiro de Sevilha e Cinderela, escreveu: A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. A harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa. Tal sentimento existe num certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. A música exerce uma influência feliz sobre a alma. E a alma, que concebe a música, também exerce sua influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu harmonia, produzirá obras-primas capazes de penetrar as almas mais encouraçadas e de comovê-las. Por fim, diz o compositor que moralizando os homens, o Espiritismo exercerá grande influência sobre a música. Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão suas virtudes, fazendo ouvir suas composições. Utilizemos a música em nossa vida. A música que emociona, que eleva. Não há necessidade de se ouvir somente música erudita, clássica. Há tantos compositores populares, de tantos países, com músicas belíssimas, que encantam e extasiam os que as escutam. Busquemo-las e deixemos que nossa alma cresça, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.