A ÁGUA DA PAZ

Uma das histórias mais conhecidas a respeito de Chico Xavier é a da Água da Paz. Dizem que era muito comum, antes de se iniciarem as sessões no Centro Espírita Luiz Gonzaga, ocorrerem algumas discussões a respeito de mediunidade, especialmente provocadas por pessoas pouco esclarecidas sobre o assunto. Essa situação começou a provocar certa irritação em Chico, que tentava explicar o que acontecia, mas nem sempre era compreendido. Num dos momentos de irritação, sua mãe apareceu a ele mais uma vez e ensinou-lhe uma forma simples para acabar com essa situação e falou: “Para terminar suas inquietações use a Água da Paz”. Chico ficou contente com a solução e começou a procurar o medicamento nas farmácias de Pedro Leopoldo, mas sem sucesso. Procurou em Belo Horizonte, e nada. Duas semanas depois, ele contou à mãe que não estava encontrando a Água da Paz, ao que ela lhe disse: “Não precisa viajar para procurar. Você pode conseguir o remédio em casa mesmo. Quando alguém lhe provocar irritações, pegue um copo de água do pote, beba um pouco e conserve o resto na boca. Não jogue fora nem engula. Enquanto durar a tentação de responder, deixe-a banhando a língua. Esta é a água da paz”. Chico entendeu o conselho, percebendo que havia recebido mais uma lição de humildade e silêncio.”   Publicado no site  luzepaz.org/chicoxavier

Aprendendo com Chico Xavier e Emmanuel

Por Orlando Cioldin   Um conhecido ator de teatro, recém-convertido à Doutrina Espírita, aproximou-se do Chico e expôs a ele sua preocupação. Estava efetuando palestras na Casa Espírita onde começara a frequentar, mas experimentava grande conflito: Não conseguia fazer o que dizia e estava prestes a deixar os comentários evangélicos. Fixando-o com ternura, Chico lhe perguntou: – Emmanuel está me pedindo para lhe perguntar se você plantou o feijão que você comeu… – Não, Chico, não plantei! – redarguiu o amigo, certamente na tentativa de apreender a lição. – Pois, então – concluiu o nosso benfeitor – você continue falando… Alguém haverá de alimentar-se de suas palavras.”   (publicado na “Revista Informação”, Edição de Fevereiro de 2004)

Ensinamentos

Por Orlando Cioldin Emmanuel sempre me disse: – Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca… Também me disse: – Chico, se alguém se aproximar de você dizendo que vai capinar o mundo, você não deve questionar… Dê a ele a enxada… De fato, não podemos tirar o entusiasmo de ninguém. A crítica dos opositores de nossa fé não nos dói tanto quanto a crítica dos nossos irmãos de ideal. Vamos incentivar os jovens. Não somos donos do Movimento. A Casa Espírita não tem dono… Vamos criar oportunidade para o crescimento dos outros. Ninguém precisa anular ninguém… Sobra espaço para as estrelas no firmamento! Todas podem brilhar à vontade!   (Retirado do livro “O Evangelho de Chico Xavier”, por Carlos A. Baccelli, ed. DIDIER)

Eurípedes Barsanulfo – Ubiquidade

Por Orlando Cioldin Eurípedes Barsanulfo  possuía mediunidades extraordinárias, principalmente de desdobramento e de bi corporeidade. Aconteceu que, um dos partos que realizou em transes da espécie, estava em sala de aula no Colégio Allan Kardec e avisou aos alunos que o marido de uma senhora a quem ele acabara de realizar o parto – em desdobramento espiritual – estava chegando a cavalo, em roupa de montaria. Pediu aos jovens que se levantassem assim que ele adentrasse na sala. Nesse exato momento, entrou o homem, esbaforido, pedindo que o Professor Barsanulfo fosse correndo fazer o parto da esposa. Comunicou-lhe, então, Eurípedes que já tinha realizado o parto e que tanto a mãe quanto a criança estavam bem. O homem não se convenceu, redarguiu que não o tinha visto no caminho da fazenda até o Colégio e insistiu que Eurípedes retornasse com ele. Assim que chegaram na casa, a parturiente exclamou: “O senhor não precisava vir de novo, Seu Eurípedes… eu e o bebê estamos passando bem”. O professor regressou, então, ao colégio, para dar continuidade à aula.   (extraído da apostila de estudos espiral do CESJ, tema “Forma e Ubiquidade dos Espíritos”)     VEJA TAMBÉM: Outubro: o mês de nascimento de Allan Kardec  REUNIÕES MEDIÚNICAS – Parte VI, os dirigentes  O dilema da falta de atenção e hiperatividade em crianças e jovens Histórias espíritas: Chico Bicorpóreo

Chico Bicorpóreo

Chico Xavier

por Orlando Cioldin “Abracei Chico Xavier materializado!”   Testemunho de Gerson Monteiro, então presidente da Fundação Cristã Espírita Paulo deTarso, do Rio de Janeiro. Por diversas vezes, ouvimos o testemunho de pessoas que relatavam encontros com Chico Xavier, que lhes falava em estado de desdobramento ou de bicorporeidade. Até mesmo em Londres haviam detectado a presença dele. Gerson Monteiro descreve um encontro entre ele e o médium e que nos permite avaliar melhor os fenômenos anímicos, mais particularmente, neste caso, o de bicorporeidade. “Pude constatar a prova da superioridade moral de Chico Xavier ao participar de uma reunião de efeitos físicos, no Grupo Espírita Dias da Cruz, em Caratinga/MG, no ano de 1975, para tratamento das coronárias. Nessas reuniões, os Espíritos se materializavam por intermédio do ectoplasma fornecido pelo médium Antônio Salles, onde centenasde pessoas foram operadas, tratadas e curadas gratuitamente. Numa delas, fui abraçado por Chico Xavier materializado, constatando que, ao seu lado, se encontrava seu guia espiritual Emmanuel, materializado também.“Ao fim de sua visita, ouvimos a voz do Espírito Bezerra de Menezes dizendo: ““Chico, está na hora de nós irmos embora””. Chico me confirmou esse fato pessoalmente, quando almoçava com ele numa de suas visitas à Fundação Marieta Gaio, nobre instituição espírita do Rio de Janeiro.”   FONTE:  da apostila de estudos do C. E. Seareiros de Jesus, com o tema“Das manifestações espíritas -Bicorporeidade e Transfiguração”.

NOSSO LAR

por Orlando Cioldin Nosso Lar – este é o nome dado ao primeiro livro ditado pelo espírito de André Luiz. É o livro psicografado mais vendido em todo o mundo. A psicografia desta obra em 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, trouxe grandes surpresas e alegrias. Foi lhe permitido a Chico Xavier sair de seu corpo físico, por algumas horas, em companhia de André Luiz, a fim de conhecer uma faixa suburbana da cidade, descrita no livro. Emmanuel havia permitido seu passeio, para que não fosse prejudicada, no futuro, a obra “Nosso Lar”, cujas descrições eram para ele inteiramente novas. Pôde Chico comprovar os dizeres de Allan Kardec, em seu livro “O Céu e o Inferno”, que após a morte o homem se liberta de sua matéria, ficando, porém, de posse de sua individualidade, sem alterar de maneira artificiosa a sua personalidade. Em seu “passeio” viu os agrupamentos sociais e culturais, similares aos nossos, existentes no Além. Viu as consequências benéficas e maléficas, que estamos sujeitos a sofrer quando regressamos desta vida terrena. A antiga “TV TUPI” apresentou a novela intitulada “A Viagem”, de Ivani Ribeiro, com absoluto sucesso, chegando ao índice de 87% de audiência em todo país. Foi baseado nessa obra e supervisionado pelo emérito professor Herculano Pires. Posteriormente a Rede Globo produziu o “remake” da novela também com grande sucesso. Atualmente está sendo repetida no canal “VIVA” do Grupo Globo.” (Extraído do livro: “Nosso Amigo Chico Xavier – 50 Anos de Mediunidade” de Luciano Napoleão da Costa e Silva)

Pizza Seareiros de Jesus