Aulas prontas X personalizadas

Recentemente, durante um curso para Educadores Espíritas, falamos sobre a diferença entre aplicar aulas prontas e construir um planejamento coletivo, desenvolvendo aulas específicas para a turma com as quais trabalhamos. A discussão foi produtiva. Ao final do encontro, uma das participantes me disse com sinceridade:

REUNIÕES MEDIÚNICAS V – Espíritos Comunicadores

Nesta parte do estudo sobre Reuniões Mediúnica, apresentamos alguns tipos de Espíritos comunicantes. Estudando os tipos psicológicos, teremos mais facilidade de entendimento dos comunicantes e maiores argumentos para o diálogo. Boa leitura:   TIPOS DE ESPÍRITOS COMUNICANTES: Os Espíritos que não conseguem falar: – Pode ser um reflexo de doenças de que eram portadores antes da desencarnação e que persistem no além-túmulo, por algum tempo, de acordo com o estado de cada um. Existem aqueles que não querem falar para não deixar transparecer o que pensam, representando essa atitude uma defesa contra o trabalho que pressentem (ou sabem) estar sendo feito junto deles. Neste caso, o médium pode conseguir traduzir as suas intenções, paulatinamente. Não há necessidade de tentar insistentemente que falem, forçando-os com perguntas, pois nem sempre isso é o melhor para eles. O dialogador deve procurar sentir, captar os sentimentos que trazem, sem forçar reação. Devem ser lhes ditas palavras de reconforto. Os Espíritos que não sabem que desencarnaram: Importante não dizer que morreram, mas se possível, induzi-los a perceber, de acordo com a situação de cada um.  Eles não têm consciência de que estão no plano espiritual. Não sabem que morreram e se sentem imantados aos locais onde viveram ou onde está o centro de seus interesses. Os Espíritos suicidas:  Quando se comunicam, na maioria das vezes, apresentam um sofrimento grande, que comove a todos. Às vezes, não sempre, estão enlouquecidos pelas alucinações que padecem, pela repetição da cena em que destruíram o próprio corpo, pelas dores superlativas daí advindas e ao chegarem à reunião estão no ponto máximo da agonia e do cansaço. Cabe ao dialogador socorrê-los, aliviando-lhes os sofrimentos através do passe. Necessitam de consolo e não de muitas palavras. Os Espíritos alcoólatras e toxicômanos:  Quase sempre se apresentam pedindo, suplicando ou exigindo que lhes deem aquilo de que tanto sente falta. Sofrem muito e das súplicas podem chegar a crises terríveis, delírios em que se debatem e que os desequilibram totalmente. As vezes, sentem-se cercados por sombras, perseguidos por bichos, monstros que lhes infundem pavor, enquanto sofrem as agonias da falta do álcool ou do tóxico. De nada adiantará ao dialogador tentar convencê-los das inconveniências dos vícios e da importância da temperança, do equilíbrio. Não estão em condições de entender e aceitar tais tipos de conselhos. Pode-se oferecer algo que a espiritualidade pode providenciar, oferecer sempre ajuda, dizendo que alguém que viveu a mesma experiência está pronto para ajudar. Os Espíritos irônicos:  São difíceis para o diálogo. E, geralmente, sendo muito inteligentes, usam a ironia como agressão. Ferem o doutrinador e os participantes com os comentários mais irônicos e contundentes. Ironizam os espíritas, acusando-os de usarem máscara; de se fingirem de santos; de artifícios dos quais, dizem, utilizam para catequizar os incautos de usar magia, hipnotismo etc. Alguns revelam que seguem os participantes da reunião para vigiar-lhes os passos e que ninguém faz nada do que prega. Em hipótese alguma se deve ficar agastado ou melindrado com isso. É, o que almejam. A humildade sincera, verdadeira, nascida da compreensão de que em realidade somos ainda muito imperfeitos. Os Espíritos desafiantes:  Vêm desafiar-nos. Julgam-se fortes, invulneráveis e utilizam-se desse recurso para amedrontar. Ameaçam os presentes com as mais variadas perseguições desafiam-nos a que prossigamos interferindo em seus planos. Cabe ao dialogador ir encaminhando o diálogo, atento a alguma observação que o comunicante fizer e que sirva como base, para atingir-lhe o ponto sensível. Todos nós temos os nossos pontos vulneráveis aquelas feridas que ocultamos cuidadosamente, envolvendo-as na couraça do orgulho, da vaidade, do egoísmo, da indiferença. Os Espíritos descrentes: Apresentam-se insensíveis a qualquer sentimento. Descreem de tudo e de todos. Dizem-se frios, céticos, ateus. No entanto, o dialogador terá um argumento favorável, fazendo-os sentir que apesar de tudo continuam vivos e que se comunicam através da mediunidade. Também poderá abordar outro aspecto, que é o de dizer que entende essa indiferença, pois que ela é resultante dos sofrimentos e desilusões que o atormentam. Que, em realidade, essa descrença não o conduzirá a nada de bom, e sim a maiores dissabores e a uma solidão insuportável. Os Espíritos Dementados:  Não têm consciência de coisa alguma. O que falam não apresenta lógica. Quase todos são portadores de monoideísmo, ideia fixa em determinada ocorrência, razão por que não ouvem, nem entendem o que se lhes fala. Devem ser socorridos com passes. Em alguns casos, o Espírito parece despertar de um longo sono e passa a ouvir a voz que lhe fala. São os que trazem problemas menos graves. Os Espíritos Amedrontados: Dizem-se perseguidos e tentam desesperadamente se esconder de seus perseguidores. Mostram-se aflitos e com muito medo. É necessário infundir-lhes confiança, demonstrando que ali naquele recinto estão a salvo de qualquer ataque, desde que aceitem ajuda e se coloquem sob a proteção de Jesus. Os Espíritos inimigos do Espiritismo: São, geralmente, irmãos de outros credos religiosos. Alguns agem imbuídos de boa-fé, acreditando que estão certos. Muitos, o fazem absolutamente cônscios de que estão errados, pelo simples prazer de provocar discórdia. Dizem-se defensores do Cristo, da pureza dos seus ensinamentos. Não admitem que os espíritas sigam Jesus. O dialogador deve evitar as explanações sobre religião. De nada adiantara tentar convencê-los de que o Espiritismo é a Terceira Revelação, o Consolador Prometido. É este o caminho menos indicado. Se deve evitar comparações entre religiões. Os Espíritos Sofredores:  São os que apresentam ainda os sofrimentos da desencarnação ou do mal que os vitimou. Se, morreram em desastre, sentem, as aflições daqueles instantes. Sofrem muito e há necessidade de aliviá-los através da prece e do passe. A maioria adormece e é levada pelos trabalhadores espirituais. É de bom alvitre que façamos observações, registros e apontamentos, a fim de aprendermos melhor com cada atendimento. É quando refletiremos sobre as dificuldades, as falhas que cometemos e fixaremos a experiência boa de que fomos instrumentos pela via da inspiração/intuição. Uma providência indispensável no diálogo é procurarmos sentir em que posição evolutiva se encontra o sofredor. Os Espíritos de desejam tomar tempo da reunião:   Vem com a

Bezerra de Menezes: o médico dos pobres e apóstolo da caridade

Bezerra de menezes

por Jubery Rodrigues _________________________ Adolfo Bezerra de Menezes nasceu em 29 de agosto de 1831, em Riacho do Sangue, no Ceará, descendente das primeiras famílias que vieram do sul povoar aquele estado. Em 1838, entrou para a escola pública Vila do Frade e formou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 06 de janeiro de 1858, casou-se com Dona Maria Cândida Lacerda, que faleceu em 24 de março de 1863, deixando dois filhos pequenos. Casou-se então algum tempo depois com sua cunhada, irmã de sua esposa por parte de mãe, com quem teve mais sete filhos. Durante a campanha abolicionista, com espírito prudente, escreveu “A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem danos para a nação”. Conheceu o Espiritismo em 1875 e, em 16 de agosto de 1886, diante de um público extraordinário, proclamou sua adesão à doutrina espírita. A partir daí, toda sua existência foi dedicada à causa de Cristo, sendo considerado o médico dos pobres e o apóstolo da caridade devido a sua dedicação e amor ao próximo. Ele também expôs problemas de sua terra, escreveu biografia sobre homens célebres, foi redator do jornal “Sentinela da Liberdade”, escreveu livros Espíritas. Pela atuação em movimentos espíritas, foi considerado um modelo para a doutrina. Suas atitudes fizeram com que ele fosse considerado o Kardec Brasileiro, uma homenagem pelo seu desempenho. Também foi vereador e deputado pelo Rio de Janeiro, além de presidente da FEB (Federação Espírita Brasileira). Em 11 de abril de 1900, às 11h30, Dr. Bezerra de Menezes desencarnou no Rio de Janeiro, mas suas atividades aqui não se encerraram. Até hoje, o médico dos pobres continua servindo demais a Pátria Espiritual. ____________________ Fonte ; FEB

Reuniões Mediúnicas no Seareiros parte III

ILUSTRAÇÃO REUNIÃO MEDIÚNICA

por DOD   Neste texto falaremos dos elementos de sustentação ou sustentadores. Lembramos que aqui não é possível aprofundar o assunto, para isso recomendamos o Livro dos Médiuns e obras paralelas.   ELEMENTO DE SUSTENTAÇÃO – SUSTENTADORES Sustentação: Ato de sustentar, segurar para que não caia, manter, alimentar física ou moralmente. Linguagem espírita: Todo participante de reunião mediúnica que atua de forma consciente para amparar e defender o ambiente mental e fluídico. Elemento de Sustentação é como: “Dínamo de Vibrações Amorosas” Herminio Miranda Através da doação de vibrações amorosas, muitos companheiros se tornam verdadeiros “sustentáculos” do serviço mediúnico. Sua função é doar fluidos e zelar pelo equilíbrio do ambiente.   Quem é o Elemento de Sustentação?   É quem presta sua colaboração voluntária e gratuita, em função nas reuniões mediúnicas no Centro Espírita. Na Reunião, deve manter a concentração, a elevação dos pensamentos, o estado de oração e sentimento fraterno, assim cooperando para que os trabalhos ocorram em ordem e sob a proteção dos bons Espíritos. Não adormecer porque sua atividade fará falta e perderá os benefícios da reunião; e não entrar em desdobramento nem sair espiritualmente do ambiente, a não ser que instruído pelo Dirigente Mediúnico. Vibrar fraternalmente pelos comunicantes perturbados e infelizes, a fim de que sintam este benefício e a sinceridade do propósito de auxílio; e vibrar com simpatia e gratidão para Espíritos benévolos e superiores que se manifestem; manter de preferência os olhos fechados para não se distrair com o ambiente; Aceitar, sem acomodação ou falsa modéstia, tarefas para as quais esteja habilitado; apoiar com o pensamento e com afetividade os companheiros de trabalho.   Estar atento ao diálogo, mas evitar: – Barulho de qualquer espécie, principalmente bocejos; – Dirigir-se diretamente ao comunicante; – Interferir mental e fluidicamente com pensamentos discordantes ou opiniões pessoais; – Jamais fazer mentalmente trabalho de dialogador em paralelo; – Conhecer a Doutrina Espírita e o que é mediunidade.   Requisitos importantes para os Elementos de Sustentação   Responsabilidade; estudo; firmeza mental e emocional; equilíbrio vibratório; compromisso com a Casa,com o grupo, com os mentores e com os assistidos; ausência de preconceitos; discrição; coerência. O Elemento de Sustentação deve se lembrar sempre de que é parte de uma equipe e precisa acatar as regras e procedimentos estabelecidos para o bom andamento do trabalho, colaborando em tudo o que for possível para que as atividades sejam desempenhadas de forma organizada e tranquila. Tanto quanto o médium, os demais participantes da reunião e o Elemento de Sustentação, precisam conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar o dirigente e os médiuns. Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório, o Elemento de Sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam por a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores. Para o equilíbrio vibratório observar a prática da prece diária, do Evangelho no Lar, a preparação necessária no período que antecede a reunião, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental etc.   Fontes: O Livro dos Médiuns; Diálogo com as Sombras – Herminio Miranda; Nos Domínios da mediunidade – André luiz/F.C.Xavier; Apostila UEM (União Espírita Mineira)

Reuniões Mediúnicas no Seareiros de Jesus

POR DOD   Apresentamos neste texto do nosso blog e em  edição do Informativo e em futuras edições o funcionamento de um grupo mediúnico no Seareiros, além de esclarecer quem são os participantes, descrevendo cada função.   Para um bom trabalho mediúnico não basta que duas ou três pessoas estejam materialmente juntas; é preciso que estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de ideias, para o bem. Uma reunião é a realização de um conjunto, refletindo sempre a qualidade daqueles que o compõem, à semelhança de um feixe que mais força tem, quanto mais homogêneo for, como nos coloca Kardec, em O Livro Dos Médiuns. O conhecimento das cinco obras básicas é essencial. A prática mediúnica não pode ser improvisada. Os bons Espíritos nos ajudam, mas não podem fazer por nós as tarefas que nos incubem, nem livrar- nos das provações, e muito menos coibir os mecanismos do nosso livre arbítrio. Num grupo Espírita todos são de igual importância. O que garante a estabilidade de um grupo é o equilíbrio psíquico e emocional daqueles que o compõem. Não bastará nos dirigirmos, habitualmente, a uma sala em determinada hora, colocarmos as obras de estudo sobre a mesa, fecharmos os olhos e aguardarmos o desenrolar dos trabalhos. Antes, é imprescindível a todos uma preparação pautada na leitura edificante, na oração, no cultivo de bons pensamentos e na alimentação adequada, além da concentração na tarefa de assistência, desligando- se das preocupações diárias no momento do trabalho. A exemplo dos membros do corpo é preciso trabalhar para atingirmos um mesmo fim: proporcionar alívio e esclarecimento aos Espíritos sofredores. Todos do grupo têm uma função específica, fundamental e particular. Apesar de formarem um conjunto único, as vibrações de harmonia ou desarmonia de que se veja envolto um componente do grupo, pode recair sobre todos os outros, como assevera Paulo (1Cor 12:25-26): ―se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. A espiritualidade conta conosco e, se o grupo não for harmônico, pouco produziremos, pois a força espiritual contagiante que soma os corações cheios de compaixão e das mentes unidas pelo amor de Jesus Cristo atua bem mais profundamente do que doutrinações prolongadas, cansativas e improdutivas. A equipe mediúnica não pode prescindir da perseverança, já que toda obra é construção do tempo e só a permanência no ideal pode garantir a vitória. Logo, uma equipe mediúnica não pode ser improvisada, necessitando ser construída com bases na assiduidade, pontualidade, esforço, responsabilidade, desejo pelo bem, conhecimento e fidelidade aos princípios evangélico-doutrinários. Os participantes de um grupo mediúnico devem ter em mente que os Espíritos não são seres à parte, somente porque não possuem mais o corpo físico; ao contrário, são eles possuidores de experiências e vidas próprias que dão conta da sua personalidade. Cabe a cada um de nós, encarnados, nos conscientizarmos da seriedade do trabalho que pretendemos efetuar, cumprindo a nossa parte, pois os amigos espirituais estão sempre presentes em um grupo sério. Acerca disso nos elucidou o Espírito Áulus: “Nossos companheiros (…) fazem o serviço de harmonização preparatória. (…) Sabem que não devem abordar o mundo espiritual sem a atitude nobre e digna que lhes outorgará a possibilidade de atrair companhias edificantes e, por esse motivo, não comparecem aqui sem trazer ao campo que lhes é invisível as sementes do melhor que possuem”. (Nos Domínios da Mediunidade cap. 5) No Centro Espírita Seareiros de Jesus, o Departamento de Orientação Doutrina (DOD), que é composto pelo presidente e vice-presidente e mais quatro pessoas eleitas pelo Conselho Deliberativo, tem a responsabilidade sobre toda a parte Doutrinária da Casa. Existe um Regimento Interno do Departamento que normatiza todas as atividades. Relacionamos abaixo a parte que se refere as reuniões mediúnicas.   f) REUNIÕES MEDIÚNICAS: É a atividade de intercâmbio com o plano espiritual, objetivando assistir espíritos necessitados de orientação, colocando em prática a teoria mediúnica e proporcionando a educação das faculdades individuais. Somente participarão das reuniões mediúnicas as pessoas integrantes de pelo menos uma reunião de estudos no Centro Espírita Seareiros de Jesus;  As reuniões mediúnicas deverão ter até 10 minutos para preces e leituras iniciais, sem comentários, não devendo, no seu tempo total, ultrapassar 1 hora de duração;  As leituras serão de O Evangelho Segundo o Espiritismo e uma mensagem da Coleção Vinha de Luz (Pão Nosso, Vinha de Luz, Caminho, Verdade e Vida, Fonte Viva e Ceifa de Luz), psicografada por Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel;   As comunicações gravadas ou psicografadas nas reuniões mediúnicas não poderão ser divulgadas sem análise e autorização do DOD;  A porta da sala será fechada 10 minutos antes do início da reunião;  Faltas consecutivas ou alternadas, sem justificativas, deverão ser analisadas pelos coordenadores do grupo mediúnico;  Os coordenadores decidirão acerca do dirigente da reunião, podendo ser feita escala para essa função, conforme o caso.  Caberá ao dirigente escalado pelos coordenadores a designação dos lugares em que cada participante deverá sentar-se e a distribuição das atribuições de cada um na realização da tarefa, como a escolha dos dialogadores, dos participantes que farão as leituras, as preces, etc.;  O ingresso de novos participantes, que não venham de outra reunião mediúnica do Centro Espírita Seareiros de Jesus, somente acontecerá após participar de reunião de estudos na Casa e por indicação dos coordenadores daquele grupo de estudos, preferencialmente após preparação prévia em curso elaborado pelo DOD;  Nos casos de realização de reunião mediúnica na sequência a uma reunião de estudos, deverá, obrigatoriamente, ser observado um intervalo mínimo de 10 minutos;  O DOD sugere que, ao menos uma vez por semestre seja realizada reunião de avaliação visando aquilatar o aproveitamento e alcance dos objetivos do grupo;  Comunicações simultâneas poderão ocorrer, a critério do próprio grupo mediúnico. Caberá aos coordenadores observar o número de dialogadores em ação para permitir a quantidade de  simultaneidade, não sendo superior a 3 comunicações;  Bibliografia: O Livro dos Médiuns; Diálogo com as Sombras – Herminio Miranda; Nos Domínios da mediunidade – André luiz/F.C.Xavier; Apostila UEM (União Espírita

Pizza Seareiros de Jesus