POR LUIZ CARLOS AFFONSO
“Dá-nos cada dia o nosso pão.” – Jesus – Lucas 11:3
O versículo acima leva-nos a refletir o quanto ainda é necessário para termos um planeta experienciando a paz e o amor. Para que isso se torne realidade a grande maioria da humanidade avaliaria a inclusão do bem em sua rotina. O percurso ainda é demorado e requer dedicação, no entanto, principia com o cogitar nessa hipótese, laborar para que isso suceda, mesmo que seja em uma perspectiva centenária.
O Sol nasce para justos e injustos, A Divindade tem a sua perspectiva de eternidade. A deficiência pertence a humanidade, o planeta Terra é exclusivamente um mundo de chances ao aperfeiçoamento do Espírito humano.
Emmanuel, reforça a necessidade do empenho do ser humano para um mundo melhor, dando-nos a interpretação espiritual do pão sobre o seu significado, dizendo: “O servo trabalha e o Altíssimo lhe abençoa o suor. É nesse processo de íntima cooperação e natural entendimento que o Pai espera colher, um dia, os doces frutos da perfeição no espírito dos filhos”. Emmanuel finaliza seu texto nos atestando que a labuta nobre do ser humano não é sem motivo. Consiste em método colaborativo e solidário, com propósitos Divinos, do qual o homem é elemento essencial, pois dele Deus aguarda um estado de perfeição que alcance conceder desfecho às perspectivas Divinas. O Pai aguarda excelentes coisas de sua principal criação, que são os espíritos. Deus nos espera preparados e qualificados para contribuir em Sua obra, presentes e continuamente.
O pão sempre foi visto tradicionalmente nos textos bíblicos e em todos os períodos da humanidade, mesmo nos mais longínquo, como alimento essencial. Era um componente básico nas ofertas e nos cerimoniais de homenagens e venerações. O pão é citado em diversos trechos do Antigo e Novo Testamento e seu sentido vai além do enfoque físico das provisões alimentares. Ele se revela como princípio de existência espiritual e que aqueles que confiam nele descobrirão a alegria e plenitude.
A prece do Pai Nosso, é analisada cada frase por Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo e, sobre. “Dá-nos o pão de cada dia”, ressalva o conceito que deve encorajar o sentimento de quem o profere: “Dá-nos o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas dá-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito”. Por conseguinte, o “pão da vida”, os preceitos de Jesus retratam o autêntico e indestrutível alimento para o espírito imortal!
Também encontraremos no livro Pai Nosso do Espírito Meimei e pela psicografia de Chico Xavier, um capítulo sobre a frase: “Pão nosso de cada dia dá-nos hoje”. A mensageira espiritual realça que “O pão nosso de cada dia não é somente o almoço e o jantar, o café e a merenda. É também a ideia e o sentimento, a palavra e a ação.” E finaliza o capítulo registrando: “Em Jesus temos o pão que desceu do Céu.
“O homem cavará o solo, espalhará as sementes, defenderá o serviço e cooperará com a Natureza, mas a germinação, o crescimento, a florescência e a frutificação pertencem ao Todo-Misericordioso.” Diz Emmanuel em Caminho Verdade e Vida.
O ser humano tem consciência do seu limite, mesmo tendo toda a tecnologia ao seu dispor, para a melhoria da manufatura do mantimento e sustento, preservando a população do mundo. Constatado essa necessidade, a energia para alcance das metas propícias estão noutras paragens, na estância Divina, que cabe gratidão e consideração. A Natureza é santuário de Divino, nela tudo sucede, inclusive a existência e conservação da exclusiva Humanidade.
Fontes:
– Caminho, Verdade e Vida — Emmanuel.
– Evangelho Segundo o Espiritismo.
– Bíblia do Caminho