Pela Presidência
Não nos bastará chamar: Senhor! Senhor!… para atravessarmos vitoriosamente as portas da iluminação espiritual. Emmanuel
A Doutrina Espírita, como filosofia, nos instrui que somos espíritos imortais em contínua evolução, jamais abandonaremos o aprendizado, ele será constante em nossas vidas, contribuindo efetivamente para atingirmos a felicidade plena e absoluta.
Tomar consciência de si mesmo seria o reavivar do discernimento, ou o despertar espiritual, ter o controle de suas atitudes e sentimentos, particularizando o que nos reprime e o que nos impulsa ao crescimento.
A aspiração de se auto conhecer pode ser um dos motivos e um gatilho para estarmos acessíveis e inclinados a enfrentar as nossas mazelas, laborar pela transformação e progresso do nosso espírito.
O automatismo nos traz dificuldades de escolhas, que reprimem a nossa reflexão, acendendo o alerta da exigência de abandonarmos a inconsciência que o impulso e tendências remotas das encarnações nos impele. Indispensável seria adotar a vigilância e o comando da nossa vida, isso permite vivermos de formas mais seguras e fortalecidas, aprumando e nivelando com os valores morais de que carecemos e precisamos.
Por sermos espíritos únicos e conservarmos a individualidade em todas as dimensões, cada ser deve descobrir ferramentas próprias de aprendizado e crescimento. O estudo, o cultivo das boas relações, são dispositivos relevantes em nossas jornadas, é indubitável o aprendizado com as experiências e desafios das existências.
O processo por ser contínuo e desafiador, é imensamente gratificante. Ao tornarmos conscientes de nosso potencial na contribuição de um mundo melhor e mais justo, benevolente, harmonioso e humanitário, compreendendo que somos os determinantes autores do nosso aperfeiçoamento e crescimento espiritual.
Aos poucos o espírito vai percebendo a precisão de aprimorar as experiências que contribuirão para o avanço espiritual, procurando compreender e incorporar as Leis de Deus, labutando e se dedicando ao bem daqueles mais próximos.
Emmanuel nos ajuda a compreender a busca pela inserção na prática do bem em página do livro O Evangelho por Emmanuel dizendo: “O problema da redenção não está situado em nossos lábios, mas, acima de tudo, em nosso coração e em nossos braços, que devemos mobilizar a serviço dos outros e em favor de nós mesmos”.
Apliquemo-nos, pois à ação permanente do bem e, convictos de que a cada um será dado segundo as próprias obras, procuremos a nossa posição de servidores, no abençoado campo do Espiritismo, que nos oferece recursos sublimes à sementeira de nossa felicidade imortal”.
A Doutrina Espírita nos disponibiliza esclarecimentos diversos sobre a continuidade da existência do espírito após a morte de corpo físico, mas não apenas isso, ela concede inúmeros dispositivos para que consigamos nos vincular com esse contexto avançado e sublime.
Fontes:
– Bíblia do Caminho
– Coleção Fonte Viva – Emmanuel – Francisco Cândido Xavier.
– Evangelho Segundo e Espiritismo.
– O Evangelho por Emmanuel.