Em Uberlândia (MG), um senhor estudioso da doutrina aprendera que nos momentos em que mais sentimos necessidades de uma orientação espiritual, basta abrir a esmo o “Evangelho Segundo o Espiritismo”, e lá
encontraremos a orientação adequada. Este já é um costume tradicional, bastante divulgado entre os praticantes do espiritismo.
Um dia este senhor estava em sua chácara, deitado na rede da sua varanda, quando uma violenta tempestade desabou na cidade; os relâmpagos e raios a todos assustavam. Mais apreensivos ainda ficavam,
quando um raio caiu bem próximo do local onde eles se encontravam, matando um gato.
Levantando-se, não teve meios termos: reuniu os parentes e exclamou eufórico, que o pior não tinha acontecido, graças à proteção que tinha dos espíritos, e ato contínuo, apanhou o Evangelho sobre a mesa e meditou alguns minutos, abriu-o e lá estava a mensagem pedida para aquele momento de gratidão e ansiedade: “Se fosses um homem de bem, terias morrido…”
O ambiente era de profunda meditação e respeito, mas foi impossível impedir a gargalhada espontânea dos presentes.”